sexta-feira, 11 de julho de 2008

Classificação dos Suplementos Alimentares


Se você já consumiu ou consome algum tipo de suplemento ( cápsula, comprimido, pó, xarope, barra ou líquido ) a base de vitaminas, minerais, aminoácidos, proteínas e etc., sua aplicação foi ou está correta? Você foi ou é orientado a consumi-lo(s) por algum profissional da área de Nutrição? Você percebeu ou percebe os efeitos propostos por estes produtos? E sua alimentação está adequada ao seu dia-a-dia?

Na verdade, estes são apenas alguns questionamentos que os profissionais da área de saúde ( médicos, nutricionistas e professores de educação física ) fazem em função do largo consumo destes produtos, especialmente pelos chamados atletas recreacionais ( pessoas que fazem atividade física sem finalidade competitiva). Certamente estas perguntas são feitas pela crescente preocupação com o consumo indiscriminado destes produtos, não só por pessoas fisicamente ativas, mas também por aqueles que só em sonhar que fizeram exercício acordam cansados!!!

Para tentar diminuir as dúvidas, que tal sabermos o que são estes produtos e para que se destinam?

Primeiro devemos falar a mesma linguagem e não chamar todos estes produtos de suplementos, pois nem todos são. De acordo com o Ministério da Saúde, em portaria publicada em janeiro de 98, suplementos são somente de vitaminas e/ou minerais isolados ou combinados entre si, desde que não ultrapassem 100% da IDR (ingestão diária recomendada) .Podem ser vendidos livremente quando ultrapassam em até 100% a IDR, e vendidos somente com prescrição médica quando apresentam valores acima destes limites. Assim percebemos que pelo controle sanitário só poderíamos comprar vitamina C de 2g ( 3333% IDR )com receita médica - o que sabemos estar ainda hoje fora de controle, pois quem não conhece um amigo ou vizinho que consome até 6g de vitamina C/dia sem qualquer orientação, acreditando estar se prevenindo de gripes e resfriados ?

E aqueles que nunca foram a um médico ortomolecular e dizem que consomem bastante vitamina C para "combater" os Radicais Livres? Neste caso além de estarem jogando dinheiro fora, pois grande parte da vitamina é eliminada na urina - os rins não têm capacidade para reabsorver quantidades superiores a 150mg de vitamina C - estão se expondo aos riscos de toxicidade causados pelo mau uso. Que a vitamina C atua como antioxidante, protegendo a integridade das células do "ataque" dos radicais livres e melhora o sistema imunológico, todos sabem, agora somente o médico e o nutricionista especializados na área, poderão avaliar as reais necessidades e indicar as quantidades a serem usadas, pois da mesma forma que a carência de vitaminas gera doenças, o seu excesso também pode acarretar problemas.

Já produtos como albumina, hipercalóricos, bebidas isotônicas, produtos a base de carboidratos, aminoácidos ramificados (os BCAA) e proteínas hidrolisadas (aminoácidos na forma líquida) são considerados Alimentos para Praticantes de Atividade Física, uma categoria de produtos com finalidade e público específicos - um subgrupo dos chamados Alimentos para Fins Especiais.
Neste ponto começa a grande confusão entre os produtos nacionais e os importados. Por serem caracterizados como produtos com público específico, são exigidas uma série informações e chamadas nos rótulos, bem como uma série de restrições - como por exemplo não citar qualquer efeito orgânico ou fisiológico. Traduzindo, no rótulo não se pode mencionar para que serve o produto e nem usar expressões como hipertrofia muscular, fat burner, anabolizante e etc. Além de não ser permitida adição de qualquer nutriente que não seja proteína, carboidrato, gordura, vitaminas e minerais. Deste modo, carnitina, creatina, colina, inositol e qualquer outra substância fitoterápica ou estimulante do sistema nervoso como a cafeína ou efedrina, não devem ser adicionadas pelos fabricantes nacionais. Isto faz com que os consumidores acreditem que estes elaboram produtos de baixa qualidade e não apresentam qualquer novidade. E por uma questão de aculturamento de nossa população que valoriza muito mais tudo aquilo que vem de fora, considerando que os produtos importados são melhores, o mercado nacional comporta atualmente uma vasta quantidade de marcas de produtos deste segmento, com todas estas substâncias atualmente proibidas pelo Ministério da Saúde e ajuda a desvalorizar nossa indústria.

Para os importados o Ministério obriga que sejam etiquetados com os dizeres em português, principalmente data de fabricação, prazo de validade, ingredientes e modo de usar. Sendo que o rótulo é original no seu idioma de origem , com todas estas expressões que para nós brasileiros são proibidas. Assim, para os consumidores que não sabem ler em inglês por exemplo, o fato de o rótulo apresentar algum dizer indutivo de consumo (estimula a hipertrofia muscular) ou ainda nos ingredientes conter ma huang que é fonte de efedrina, não faz a menor diferença. Eles irão comprar o produto porque seu amigo disse que é bom e é melhor que os nacionais, que passam a ser vistos como fracos, já que não têm essas substâncias e não têm os apelos de marketing.
Em relação à competição desleal neste segmento de mercado e à segurança do consumidor, espera-se um melhor controle a partir de setembro de 99, quando passa a vigorar a obrigatoriedade do registro de produtos importados junto ao Ministério da Saúde, que para entrarem no Brasil terão que apresentar seus rótulos em nosso idioma e respeitando nossas normas, principalmente no que diz respeito às quantidades de vitaminas e minerais (principalmente os americanos que ultrapassam em até 200 vezes as IDR's).

No ano de 98 o Ministério da Saúde proibiu a comercialização de uma série de produtos (a mais polêmica foi a das bebidas energéticas que contém cafeína), porém paralelamente a estas proibições instituiu grupos de trabalho reunindo pesquisadores, professores universitários e entidades representativas das indústrias e dos importadores e publicou 2 novas portarias . A primeira específica para regulamentação das “energéticas” e posteriormente a que regulamenta os Alimentos com Alegação de Propriedades Funcionais (na Europa e Estados Unidos são conhecidos como Alimentos Funcionais ou Nutracêuticos). Com a regulamentação dos Alimentos Funcionais, substâncias como Creatina, Carnitina, HMB, Glutamina e Picolinato de Cromo entre outras passam a poder ser produzidas em nosso país, porém para fazê-lo o fabricante tem que comprovar que as substâncias não são danosas à saúde e não possuem efeito ou indicação terapêutica - isso é coisa de remédio!!!

É bom também ressaltarmos que nos Estados Unidos, todos estes produtos (incluindo pré hormônios como ANDROSTENEDIONE, DHEA e NOR ANDROSTENEDIONE entre outros) são comercializados como suplementos dietéticos respaldados por um decreto lei de 1994 que permite sua colocação no mercado sem necessidade da aprovação do FDA (Food and Drug Administration). Porém isso não significa que não estejam na "mira" das autoridades sanitárias.
Classificação dos Suplementos:

Agora para o bom entendimento de como os “suplementos” são e para que servem, vejamos:
Pelas normas brasileiras estes produtos são divididos somente em 5 categorias da seguinte forma:

1- Repositores hidroeletrolíticos:
São produtos com concentrações variadas de carboidratos e eletrólitos (cloreto e sódio), que podem ter a adição de vitaminas e/ou minerais, com o objetivo de repor o líquido e sais perdidos na transpiração, durante a prática de exercícios.

Por serem excelente fonte de líquido e de fácil aceitação - devido ao agradável sabor - são regularmente utilizadas em condições ambientais de calor, mesmo na ausência de atividade física.

São conhecidos no mercado como isotônicos e apresentam-se prontos para o consumo ( líquido) ou em pó. Como exemplo podemos citar Gatorade, Maratona, SportDrinK, SportFluid, Hydra Fuel, Frutorade e SportAde. Estas bebidas, apesar de serem direcionadas para praticantes de atividade física - e aqui abrimos um parênteses para enfatizar o grau de desconhecimento do consumidor, mesmo "aquele malhador profissional" - vêm ao longo dos anos sendo amplamente consumidas até por sedentários em substituição aos refrigerantes, nos bares, lanchonetes e restaurantes. Em contrapartida encontramos muitas pessoas que praticam exercícios vigorosos exaustivamente, e não consomem o repositor hidroeletrolítico para não repor as calorias perdidas na "malhação". Então o que se verifica é uma inversão total de papeis, ou seja, aquele para quem se destina o produto não o consome com receio de engordar, e o outro que deveria preocupar-se, o faz sem qualquer controle.

Existe para estes produtos o mito de que seu consumo excessivo leva a problemas renais devido às elevadas concentrações de sais. Em relação a isso podemos comparar somente o seguinte: Consumir 500 mL de SportDrink por exemplo você está ingerindo aproximadamente 219mg de sódio enquanto um pedaço de bolo comum de 100 g, aproximadamente 418 mg. Se compararmos a um “ingênuo” saquinho de pipoca salgada de 100 g que contém cerca 1940 mg de sódio podemos pensar que após uma sessão de cinema a pessoa tem que ir direto para uma sessão de diálise! Nada disso. Diante dos fatos só se conclui que devemos sempre ter em mente que tudo aquilo que consumimos em excesso pode ser prejudicial à saúde. Portanto mesmo que não haja esforço físico, um indivíduo em situação de exposição ao calor pode perfeitamente consumir uma garrafa de bebida isotônica sem maiores preocupações, pois em outros alimentos regularmente consumidos na alimentação diária concentram-se quantidades iguais ou maiores deste eletrólito e de outros mais como potássio e cloreto. Mas é fundamental lembrar da palavra MODERAÇÃO.

2) Repositores Energéticos:
São produtos que apresentam no mínimo 90% de carboidratos em sua composição, podendo ser acrescidos de vitaminas e minerais, com a finalidade de manter os níveis adequados de energia para atletas.

São encontrados no mercado os seguintes produtos: SportEnergy, Carbo Fuel, Carb Up, , Ultra Fuel, PowerAde, Exceed, Squeezy e Carboplex.
Nesta categoria de produtos, o consumo não é tão indiscriminado ou equivocado, principalmente porque a população de modo geral ainda acredita que o carboidrato é um grande vilão para aqueles que procuram manter seus corpos devidamente "sarados". Geralmente quem os consome são corredores, ciclistas, lutadores de judo e jiu jitsu, jogadores de futebol e voley, ou seja, atletas mesmo.

3) Alimentos Protéicos:

São produtos com a predominância de proteínas ( no mínimo 51%), sendo que existe a obrigatoriedade de que pelo menos 65% seja de alto valor biológico ( as provenientes de alimentos de origem animal são as melhores fontes - leite e ovos principalmente). Estes produtos podem conter carboidratos e gordura, desde que o somatório energético de ambos não ultrapasse o das proteínas.

Neste grupo temos uma série de produtos sendo comercializados e consumidos numa espécie de histeria coletiva, já que com a mídia através das novelas, programas esportivos, entrevistas com estrelas da televisão e do cenário esportivo, o padrão estético vem se modificando dia após dia. Até mesmo para o carnaval, uma festa popular nossa, que é uma das poucas coisas que resta de nossa cultura, vemos alteração de comportamento. De que forma?! Antigamente após a escolha do samba-enredo, o folião passava o resto do ano ensaiando o samba para não atravessar na avenida. Hoje o folião mal sabe o refrão do samba e passa o ano inteiro, inclusive minutos antes de entrar na passarela, "esculpindo" sua musculatura para desfilar grande e bem definido. Neste processo enquadram-se homens e mulheres. E claro, aí é que entram as chamadas "loucuras alimentares". Como?! Partindo-se do pressuposto que gordura só faz mal à saúde - o que é uma inverdade pois o organismo também necessita de gordura - e acreditando que os carboidratos só ajudam a engordar, as pessoas supervalorizam as proteínas de modo a consumi-la como o nutriente número 1 da dieta. Muitos chegam a consumir de 20 a 30 claras de ovos por dia!!! E voltando à questão das melhores fontes de proteína - proteínas de alto valor biológico, a escolha é pelas proteínas em pó, pois mesmo que contenham carboidratos em sua composição, a maioria não contém gordura .

Os produtos incluídos neste grupo como Met-RX, Albumina Pura, Lean Body, Professional Whey Protein e os aminoácidos provenientes das proteínas hidrolisadas como SportAmino Líquid 30.000, Amino Fluid 35.800, Amino 2222 e Amino Fuel têm sido verdadeiros aliados dos praticantes de fisiculturismo e culturismo em geral, que desejam aumentar a oferta de proteína sem aumentar paralelamente o consumo de gordura - o que é muito comum quando ingerimos maior quantidade de proteína de origem animal - Estes produtos além de permitirem o consumo deste importante nutriente (a proteína) sem elevar o volume das refeições.
O mito de que o consumo destes produtos pode levar a problemas renais e hepáticos - já ouvimos até à cirrose hepática.

Pois bem, lembremo-nos somente de que proteína é proteína e não importa de onde venha. Existem pessoas que consomem quantidades absurdas deste nutriente através da ingestão excessiva de leite, carnes e/ou queijos, alimentos estes completamente convencionais. Sabemos que pessoas que apresentam doenças renais não podem consumir uma dieta rica em proteínas - isso só piora o quadro devido à sobrecarga sobre os rins para filtrar os compostos nitrogenados provenientes dos aminoácidos! Contudo não existem relatos na literatura científica de que pessoas saudáveis que ao consumir proteínas ou aminoácidos em excesso tornaram-se doentes renais, até porque poderíamos especular o mesmo para estas mesmas pessoas que consomem muita proteína através dos alimentos convencionais.

Neste item, chamamos a atenção não para o erro em escolher um produto em pó (clara de ovo por exemplo), mas sim no erro de muitas pessoas deixarem de comer o alimento convencional para usa-lo, ou o que é pior, consumi-lo em quantidades absurdamente elevadas sem qualquer orientação de um profissional da área de nutrição.

Devemos lembrar neste item que pela praticidade de seu consumo, podem ser usados como excelentes complementos na alimentação diária mesmo para pessoas sedentárias - desde que bem orientadas. Assim é importante destacar que um bom exame bioquímico analisando os níveis de uréia, ácido úrico e creatinina, juntamente com um exame de urina são excelentes instrumentos para avaliar se o consumo de proteína está adequado ou não.

4) Alimentos Compensadores:

São produtos que devem conter concentração variada de macronutrientes proteínas, carboidratos e gorduras), visando adequação destes nutrientes na dieta de praticantes de atividade física. Podem ser acrescidos de vitaminas e minerais desde que não ultrapassem as IDR's de adultos.

Portanto estes produtos se destinam a complementar a dieta de pessoas fisicamente ativas, que por algum motivo não consigam satisfazer suas necessidades energéticas, devido ao baixo consumo dos nutrientes citados.

Neste segmento enquadram-se principalmente os hipercalóricos e alimentos considerados nutricionalmente completos (contém todos os nutrientes permitidos pela norma). Como exemplo citamos Critical Mass 3500, Massa 2000, Massa 3000, Gainers Fuel, Mega Mass 2500, SportPro e SportFood.

Muitos desportistas evitam usá-los acreditando que podem engordar. Neste caso vale a sugestão para os iniciantes usarem a dose mínima recomendada pelos fabricantes e aumentarem a dose conforme a evolução da composição corporal (aumento da massa muscular e/ou da gordura corporal).

Para os profissionais nutricionistas, são uma excelente opção para complementar dietas de adolescentes que praticam atividade física e que têm dificuldade de que o peso acompanhe o crescimento (muito comum na fase do chamado estirão entre 14 e 17 anos).

5) Aminoácidos de Cadeia ramificada:

São constituídos dos três aminoádicos essenciais (aqueles que nosso corpo não fabrica e que portanto só podemos consumir através da alimentação) leucina, isoleucina e valina, que possuem ação energética no músculo esquelético. São consumidos principalmente pelos praticantes de atividade física de longa duração como corrida e ciclismo. São comercializados geralmente sob a forma de cápsulas ou comprimidos (seu sabor é simplesmente horrível!!!) e, segundo nossa legislação, devem constituir no mínimo 70% do produto, afinal para se fazer comprimidos é preciso utilizar os chamados coadjuvantes de tecnologia (talco, amido, lactose, etc.). No mercado encontram-se os seguintes produtos: Aminoácidos Ramificados NutriSport, BCAA 2000, Amino BCAA e Pro BCAA Bound. Contudo esta mesma legislação não permite que os fabricantes recomendem em suas rotulagens dosagens superiores à IDR, o que para estes aminoácidos torna-se "irônico", pois pesquisas científicas comoa de Madsen e colaboradores (1996), fazem referência a dosagens de 7g/L de solução (dez vezes mais que o permitido).

6) Pré hormonais:

Dentre os suplementos especiais os que merecem um destaque são os da classe dos pré-hormonais, devido ao grande sucesso que vêm fazendo ultimamente. Eles são nada mais do que precursores de hormônios, fazendo com que a produção desses no organismo aumente. Os mais conhecidos são :

ANDROSTENEDIONE: É um hormônio precursor direto da testosterona e considerado como estando um degrau acima do DHEA. É naturalmente produzido no organismo. O aumento do nível de testosterona no organismo pelo seu uso é bem maior do que o aumento pelo uso de DHEA. Porém alguns estudos a seu respeito revelaram que existem os efeitos androgênicos, comuns aos esteróides.

DHEA: Hormônio androgênico que aumenta o nível metabólico hormonal de produção de testosterona. Conseqüentemente aumentando a força e massa muscular.

PROHGH: O hormônio do crescimento (GH) é um hormônio liberado naturalmente pela glândula pituitária, ou seja, é produzido naturalmente pelo corpo. Após os 20 anos, sua produção começa a diminuir e atualmente já se sabe que os sintomas do envelhecimento estão diretamente ligados a esta diminuição. O hormônio do crescimento sofre rápida metabolização no fígado e produz IGF - 1, a qual é a substância responsável pelo aumento da massa muscular, diminuição do percentual de gordura, crescimento dos nervos e ossos. A administração de PROHGH estimula a produção de IGRF - 1 que retarda o processo de envelhecimento e reverte muitos dos problemas causados pela idade, inclusive a redução da massa muscular.

SUPER GROWTHER ENHANCER: Composto de aminoácidos de Arginina e Ornitina da Optimum. É um excelente suplemento. O ideal é tomá-lo 30 min. antes de malhar e 1 hora antes de dormir, com no mínimo 2 horas depois da última refeição. Seus princípios fazem a liberação do hormônio do crescimento pela glândula pituitária.

Quem pratica atividade física e procura o profissional certo pode se valer de uma dieta equilibrada e ajustada ao seu treinamento, com a inclusão de produtos que foram e são criados justamente para atender suas necessidades, sem colocar sua saúde em risco.

Atletas de elite devem ter muito cuidado na hora de comprar estes produtos, especialmente se não querem problemas nos testes anti dopping - lembrem-se que alguns produtos importados contém em sua composição pré hormônios, cafeína e/ou efedrina!!!

Portanto na hora de fazer a aquisição de qualquer produto que se enquadre no que foi exposto acima, leia atentamente os rótulos e em caso de dúvidas ligue para os respectivos Centros de Atendimento ao Consumidor, onde as empresas nacionais que trabalham sério, têm um(a) nutricionista para prestar informações seguras quanto a utilização do(s) mesmo(s).

Um comentário:

Lu Monografia disse...

Olá Boa Noite! Gostaria de saber se seria possível que vc me forneça a fonte das informações passadas acima?